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22/10/2015 09:00hs - MT - Polícia registra 1.360 roubos de motos.


De cada dez motos roubados ou furtadas em Cuiabá e Várzea Grande, apenas uma é recuperada. Dos 2.058 veículos roubados e furtados este ano - de janeiro até ontem, 363 dias -, 1.360 foram motos, com uma média de 3,9 por dia. Os cálculos são da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos (DRRFF). Hoje os bandidos só trabalham sob encomenda. Um trabalho tercerizado de entrega após roubo e furto.

“Existem determinados dias da semana, que nós registramos dez ocorrência, sete são referentes a roubos e furtos de moto. Hoje está mais fácil prender o ladrão do que recuperar a moto, pois elas somem misteriosamente”, afirma um policial da Veículos. Enquanto os números de recuperação de motos são baixos, chegando a apenas 10%, a recuperação de carros é alta, ficando em mais de 60%, acima da média nacional que gira em torno de 40%.

As explicações são de que, por ser um veículo pequeno, os bandidos agem com mais facilidade para fugir do local, ganhando tempo à frente das buscas policiais, e com uma vantagem, esconder uma moto, também é bem mais fácil, pois ela ocupa pouco espaço.

Questionado para onde vão as motos?, um investigador da DRRFV, em princípio foi foi taxativo: “Não sei”. Depois ele voltou atrás e confirmou: “A moto também é mais fácil de desmanchar.

Hoje os bandidos que roubam e furtam motos não são os mesmos que fazem a comercialização. Ou seja, eles trabalham por encomenda, uma espécie de tercerização. Roubam, entregam, recebem o dinheiro e somem”, explica um policial.

Depois de desmanchadas, as motos, muitas vezes são embaladas como se fossem um objeto comprado na loja e exportadas para outras cidades brasileiras. Além das “exportações”, os receptadores também trabalham com venda para o comércio clandestino em Cuiabá e Várzea Grande.

“O ladrão rouba sob encomenda. Entrega para o receptador, que desmonta as motos, faz a exportação, ou revende para lojas, muitas vezes de grande porte. O problema da identificação para as apreensãos, é que depois que as peças são misturadas, fica tudo igual e dificulta as investigações. Por isso o índice de recuperação de uma moto é muito baixo em relação aos carros”, conclui o policial da DRRFV.

Fonte: 24HorasNews

 
 
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